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Palavras estrangeiras invadem o português… bom ou mau?

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admin@areadeletras.com
13 de December de 2008

lingua Palavras estrangeiras invadem o português... bom ou mau? Primeiro de tudo, é importante que se saiba a diferença entre estrangeirismo e empréstimo. Grosso modo, o primeiro se caracteriza a partir da incorporação de uma palavra estrangeira ao vocabulário de uma língua mantendo sua grafia e pronúncia, já, no segundo caso, trata-se da incorporação de uma palavra ao nosso léxico que, ainda que mantenha a pronúncia (ou algo bem próximo), sofre alterações para assumir a escrita da língua em que acaba de se inserir.

Posto isso, temos casos de empréstimos como abajur, futebol, bife, sinuca, blecaute e vai por aí. Do lado dos estrangeirismos, temos shopping, show, hall, pizza (a grafia pítiça até já foi proposta por um gramático, mas ninguém usa com medo de linchamento). O fato é que todo empréstimo, de certa forma, um dia, foi um estrangeirismo e, não havendo, na língua em que ele se insere, uma palavra com a mesma carga semântica e emprego contextual, ele é bem-vindo.

Mas, então, é bom ou mau?

Em se tratando de língua (assim como em tudo) estes conceitos polarizadores são completamente descabidos. É bom e mau ao mesmo tempo ou, na minha visão, nem uma coisa nem outra. Agora é que confundiu, né?


O fato é que as palavras só entram e ficam definitivamente em uma língua quando não há um termo que expresse o referente indicado por ela com a mesma expressividade e pertinência. Foi assim com abajur, com futebol, com sinuca.. Não tínhamos nenhuma dessas coisas com a carga de significação que lhe é atribuída hoje, logo, recebemo-las assim como as palavras que as designavam.

Então qual é o problema?

Basicamente dois. Da parte de quem pretende regular a língua com leis que proíbem palavras de origem estrangeira, constitui um desconhecimento de que nossa língua é formada a partir de línguas estrangeiras (Latim, Tupi, Iorubá, francês, inglês, Italiano entre outras) e que, com o tempo, o próprio idioma possui um processo natural de seleção de palavras que descarta o que lhe é excessivo.

Da parte de quem abusa também é problemático. Vejo garotas que procuram blusas pink, para ficar in, já que, hoje, acordou tão down. Rapazinhos que, quando vão para night com seu brother, curtem um som hard core… No serviço, há pessoas que estartam projetos, fazem back up dos papers que estão workstation e terminam com um coffee break, Salvo em seu Day offs, of course.

Na intenção de estarem em harmonia (sic) com a linguagem de seu grupo, as pessoas se expõem ao ridículo lingüístico. Uma espécie de tentativa insana de falar de forma a se sentir dominador de uma variante privilegiada. E o mais engraçado é que muitas dessas pessoas só conhecem essas e mais uma meia dúzia de palavras em inglês.

Estrangeirismos não são monstros que devem ser banidos da nossa língua. Muito pelo contrário. Todavia, como diz o aviso nas garrafas de cerveja: aprecie com moderação.

 Palavras estrangeiras invadem o português... bom ou mau?

Marcelo Leite

é Doutor em Língua Portuguesa pela UFRJ, professor, pesquisador, Coordenador do Curso de Letras da USS e Diretor do CEFLCH. Assina os blogues Saco de Filó e Falando de Língua.

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27 comentários

  1. O problema é que mesmo pedindo para ser apreciada com moderação as recomendacões são atendidas, e mesmo acontece com o estrangeirismo, pessoas acabam extrapolando em seu uso, seja verbalmente ou até mesmo na escrita.

    Abs,

    Nuzzi.

  2. Você disse tudo. Muito bom artigo.

    No mundo atual, é inevitável a incorporação de expressões estrangeiras em nosso vocabulário. A internet conseguiu quebrar a maior barreira de separação das nações. Graças a ela, um pequeno filme independente espanhol tem a chance de fazer um sucesso mundial e, quem sabe, ser responsável por uma expressão que acabe virando "hit" entre as pessoas.

    Isso sem falar na obrigação do conhecimento da língua inglesa. Fundamental para conseguir um emprego. Mas concordo que os excessos são prejudiciais. Existem alguns casos que são colocados no cotidiano que me deixam revoltados. Não existe necessidade. Exemplo: promoções com a palavra off. Chega a ser até prejudicial para os clientes mais humildes!

    Neste mundo dinâmico, regular as leis do português será cada vez mais difícil.

    Abraço.

  3. Recusar os estrangeirismos é recusar a próprio nascimento do português, que derivou-se de outros linguajares. O excesso, de fato, é preocupante pois deixa de estar na esfera linguística. Podemos entender que a língua portuguesa perto do inglês tem menos poder econômico, político e de influência no resto do mundo.

    Obrigado pelo comentário Nuzzi,mais uma vez.

  4. O uso do português na ONU, por exemplo, já nos mostra um pouco de como o português é visto no resto do mundo. A mídia tradicional nem deu bola, mas recentemente ganhamos terreno ao ter o direito de tradução dos discursos realizados em português. Além de ser importante pro Lula, trata-se de um avanço político importantíssimo.

    Creio também que a internet barrou de certa forma o uso de estrangeirismos. Hoje, os falantes estão mais seletivos no uso de palavras de origem inglesa. Deixou de ser "descolado" ficar abusando dos estrangeirismos, espaço que o tal do internetês soube tomar conta.

  5. Adoro. Pelo menos, depois de alguns anos estudando, sou capaz de saber o que é ou não do português (pelo menos assim penso eu). Fiquei uma vez imaginando a cara de um indivíduo oriundo de Portugal olhando para o mapa do metrô de São Paulo. Eu, não conseguia parar de rir. Como será que eles interpretariam "Jabaquara". Ou "Anhangabaú". Imagino também eles em "moema". :)

    A etimologia foi descoberta por mim ainda garoto, quando li "Marcelo, Marmelo, Martelo". A partir daí, descobrir outros idiomas foi um "pulo".

    O que mais me "diverte" são as palavras oriundas do francês, onde você tropeça em gente que nem sonha o que está dizendo… Exemplos?
    Menu = O povo diz "menu", quando na verdade é "mení"
    Buffet = Já ouvi até o t do final num "bu" horrendo. Descobri que o correto é "Bifê" (mal-passado, por favaor) :)

    Chega, não quero me alongar. Infelizmente, quanto mais tempo passa, mais me conscientizo do meu despreparo como ser humano. O que me assusta de verdade é ver tanta gente mergulhada na ignorância dizendo "tá ruim, mas tá bão".

    Abraços!

  6. Legal Pyrographer, gosto muito de etimologia também. Sem dúvida, nosso português é cheio de peculiaridades, a se começar pelos empréstimos às línguas indígenas, eis mais um motivo para não concordar com os empréstimos e estrangeirismos. A língua falada em SP, por exemplo, já se tornara tão diferente do português de Portugal que era chamada de "língua geral". Por pouco, aliás, por causa de um decreto do Marques de Pombal, o Brasil seria uma nação bilíngue, pois certamente essa tal de "língua geral" evoluiria para um idioma.

  7. Aqui no Brasil não temos nem como nos opor a idiomas estrangeiros, pois 90% do que falamos são palavras originárias da Europa e da África e algo em torno de 10% (creio que até menos) é uma herança dos nossos índios.

    O Tupi-Guarani já foi nosso idioma, mas a lei o proibiu e instaurou o Português como idioma oficial único.

    Como diziam nossos escritores na Semana de Arte Moderna de 1922, nós canibalizamos a cultura estrangeira e a incorporamos em nossos espíritos como os guerreiros devoravam os inimigos para incorporar suas virtudes.

  8. Michell Niero says:

    Isto é um teste

  9. RJ says:

    cara, bom mesmo não é…
    acaba enfraquecendo aos poucos a cultura de muitos paises
    que vão gradativamente aderindo a novas palavras até com um vocabulário extenso demais com palavras oriundas de outros idiomas… mas é até um ´pouco necessario e facilita bastante a vida de muitas pessoas! imagine ter que que chamar blecaute, pizza, futebol, hall, soutien e outras coisas por outros nomes? já acostumou! heheh!

    abraços!

  10. Olá Marcelo!
    É aquela velha história, tudo que é demais faz mal.
    Não gosto daquelas pessoas que misturam o tempo todo os idiomas, uma falta (tremeda) de respeito ao nosso bom e velho português.

    Abraços!

  11. Carlos Alberto Montenegro says:

    Caro Marcelo…

    Concordo com a maior parte do seu artigo
    mas existe uma LINGUA BRASILEIRA?

    Se existir é o tupy guarany?

    Mas tupy guarany veio de onde?

    O gostoso (no bom sentido) do velho (idoso seria politicamente mais correto??) e bom (nada é 100% bom) idioma da terra de Camões é que, tem coisas que são insubstituíveis.

    Por favor, tente traduzir para o inglês, ou alemão, ou frances, ou japones, ou árabe,ou qualquer outro idioma, o seguinte texto com a mesma FORÇA do original:

    “Ai velho! Vamos dar no pinote que a rapa ta de cutuba no cafofo pronta pra chegar o couro no bico
    dos mano”

    Já imaginou um velhbo americano do interior do Alabama lendo e tentando traduzir isto com um dicionário?

    Abraços

    Carlos Alberto

  12. Marcelo says:

    Olha, Carlos Alberto,
    Nem o tupi embora tenha sido a língua brasileira até o sec. XVIII mais ou menos. O tupi tem origem em língua primitivas americanas e mesmo ele, veio de algum lugar e sofre algumas influências. Em termos de língua, é impossível não haver influências.
    E com relação à tradução da expressão que você propôs… rs.. realmente é inviável. Embora, Guimarães Rosa tenha sido traduzido para o alemão.. e outras tantas línguas. Acredita?
    Não duvido de mais nada.
    Abs

    Marcelo Leite

  13. Daisy Rose says:

    Acredito que num país que temos problemas com o analfabetismo funcional, e a moir parte da população não tem uma comprenção satistafatoria do que ler ou ouve o estrangeirismo pode ser mais um fator de complicação.

  14. Kel says:

    Olha, não quero ser pro-USA ou seja lá como forem me intitular, mas meu ponto de vista é de alguém que assistiu Babel.

    Eu acredito que estrangeirismos vão muito bem, obrigada. Diversidades e culturas são indiscutivelmente saudáveis, porém, deveríamos tratar melhor essa questão do estrangeirismo para nos adaptarmos MELHOR ao mundo globalizado em que vivemos. Poderíamos inserir todo o tipo de vocabulário estrangeiro na nossa língua SE POR UM ACASO tivéssemos uma educação de qualidade. Imagine sermos bilingues, poliglotas?

    Agora, se tem uma coisa mais empobrecedora que traduções de expressões estrangeiras, eu ainda não descobri!!!!

  15. bianca says:

    poxa e sempre assim eu procuro uma coisa e acho outra ve se pode uma coisa dessa mais nao deixei de gostar dop site

  16. EU CONCORDO COM SUAS COLOCAÇÕES QUE NA FALTA DE UM TERMO QUE EXPLIQUE ADEQUADAMENTE DETERMINADA COISA GERALMENTE APARECEM OS ESTRANGEIRISMOS. PORÉM HOJE TEMOS UM NEGÓCIO CHAMADO “MARKTING” (PRA VARIAR) QUE USA E ABUSA DOS ESTRANGEIRISMOS PARA DAR UMA CONOTAÇÃO DE DE SOFISTICAÇÃO PARA OS ITENS QUE SE PRETENDER DIFUNDIR. CREIO QUE TAIS FORÇAÇÕES DE BARRA EM NOME DO MARKTING VIOLAM NOSSA CULTURA E ANALISANDO BEM NEM DESCREVEM ADEQUADAMENTE O PRODUTO EM ALGUNS CASOS. ATÉ HOJE EU NÃO SEI QUE PESTE É UM BEIRUTE. UNS USAM ESSA PALAVRA PARA DESIGNAR UM SANDUÍCHE, OUTROS UMA SALADA, OU OUTRO PRATO. É UMA CONFUSÃO.
    DAQUI A POUCO ATÉ O FAMIGERADO “PÃO COM OVO” VAI SE CHAMAR BEIRUTE. E TUDO ISSO EM NOME DA PROPAGANDA.

    ABRAÇÃO!!!

  17. QUERO SABER OQUE E ESTRANGEIRISMO.

  18. Carlos Alberto Montenegro says:

    Cara Fernanda Fonseca

    Veja só o que eu copiei da Wikipédia, sobre

    “ESTRANGEIRISMO”

    ====================================

    Estrangeirismo ou peregrinismo é o uso de palavra, expressão ou construção estrangeira que não tenha equivalente vernácula em nossa língua. É apontada nas gramáticas normativas como um vício de linguagem, o quê, há muito, é tido como uma visão simplista por diversos linguistas, como Marcos Bagno, da UnB, John Robert Schmitz, da UNICAMP, e Carlos Alberto Faraco, da UFPR.

    Dentro do âmbito da gramática normativa, caso se use um estrangeirismo que possua equivalente vernácula adequada, caracteriza-se o vício de linguagem como barbarismo (para os latinos, qualquer estrangeiro era bárbaro). Alguns gramáticos mais rígidos consideram que qualquer estrangeirismo, tenha ele equivalente vernácula ou não, é considerado barbarismo. O termo barbarismo também tem o significado contemporâneo de crueldade. Por fim, outro tipo de estrangeirismo é o idiotismo, que se dá quando se traduz literalmente expressão ou construção estrangeira que não faça sentido em nossa língua, em vez de se adotar tradução livre.

    Por vezes, o estrangeirismo pode ser considerado uma figura de linguagem também, contanto que a palavra estrangeira exista e seja usada frequentemente ou tenha popularidade no dialeto.

    * Shopping
    * Ok
    * Brother
    * Chouffer
    * Delivery
    * Drive-thru
    * Hare baba
    * Mamajii
    * Jeans
    * Futebol
    * Teen
    * United
    * Link
    * Hero
    * Element
    * Zip
    * Approach

    ====================================

    É isto…

  19. isso é mei complicado de se entender e usar poq raramente saberia se uma palavra é inglesa ou foi aportuguesada…tipo abajur …eu jurava que essa palavra nunca foi inglesa;;;;;;

  20. Camilly says:

    Eu quero saber palavras universais !!!
    onde encontrar???

  21. liliane says:

    haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa odeio ingles palavras estrageiras entao nem se fala nao mereço isso

  22. liliane says:

    nao inventa mais coisas chatas como o ingles nao pelo amor de deus to cansada de ingles.

  23. camila says:

    o estrangeirismo e essencial,pois somos surpreendidos a todo instante com culturas e linguas diferentes.
    como ja tinham falado tem que ser usado com moderação…

  24. Paulo Costa says:

    Cara, que legal teu artigo. Desculpa o “cara” Dr. Marcelo, é que a gente sempre que procura algo, acha outro algo. Gostei muito do texto e dos comentários. Aliás, nem sabia da existência do site. Foi por acaso, procurando algo para desenvolver um projeto sobre a literatura africana na escola em que trabalho. Essa internet é o “fute” ou o “diogo”, mesmo, como diria minha avozinha. Agora, será que fute e diogo, são estrangeirismos, ou regionalismos? (que o diga, ou o dissesse o moço Guimarães Rosa – que era o “bicho!”). Numa língua tão estranha – estranha por ter aqui e ali palavras que designam as mesmas coisas e nenhuma é igual à outra: a nossa tangerina nordestina, jamais será a mexerica do Sudeste, ou o nosso araticum, a graviola, e outras tantas – como a nossa é impossível evitar-se o estrangeirismo, seja por empréstimo ou pela acomodação nossa de cada dia. O que não significa pobreza da língua, nem que devamos aportuguesar tudo. De fato, a carga semântica que uma palavra traz consigo é o que relamente importa àquilo que se quer ou pretende designar (o que está logo acima é bom exemplo disso – temos estrangeirismos dentro de nosso próprio país e na própria LP), claro que sem exageros. Afinal, tudo 100% é demais e no dizer de um escritor nosso, seria burrice. E para a moça Angela Gonssalves acima, “ABAJUR” não é inglesa, mas francesa, do tempo em que era “chic” ter um “abat-jour” na cabeceira (criado-mudo) da cama. Talvez o problema seja que nós adoramos importar coisas dos outros, franceses, portugueses, norte-americanos, ingleses e outros tantos “anos e eses”, mas entendamos que nós somos “eiros”, como disse Veríssimo numa de suas belas crônicas, e com um diferencial (aliás, diferencial pode ser atualmente positivo ou negativo, conforme uma polêmica atual) somos os únicos.

  25. Ayrton 12 anos says:

    meu professor de inglês pediu para eu explicar com minhas próprias palavras sobre as vantagens e desvantagens das palavras estrangeiras no nosso vocabulário então pesquisei até achar este site!
    Li todo e expliquei o que entendi só queria saber se ficou bom:

    Vantagens:

    Usamos as palavras estrangeiras para expressarmos sobre algo no qual ainda não foi criada uma palavra no nosso idioma (como Bullying, por exemplo)

    Mas tem palavras que ficam no nosso vocabulário não para sempre, só até acharmos uma palavra que expresse o mesmo significado, só que no nosso idioma. (é o caso de abajur, Futebol e Sinuca, palavras hoje em nosso idioma mas antes não eram nem escritas ou faladas em nosso idioma)

    A língua estrangeira compõe todo o nosso idioma, só que usamos os idiomas Latim, Tupi, Ioruba, francês, inglês, Italiano entre outras. Fazemos combinações de letras e palavras que acabam criando um idioma totalmente original.

    Desvantagens

    Hoje em dia muitas pessoas (principalmente adolescentes) usam e abusam de falar frases contendo palavras estrangeiras, como por exemplo: garotas dizendo “quero blusas pink, para ficar in, já que, hoje, acordei tão down” ou garotos falando “ vou para night com meu brother, curtir um som hard core” ou até adultos “vou fazer back up dos papers que estão workstation e terminar com um coffee”.

    E nessa intenção de conversar com os amigos de forma “popular” acabam se expondo ao ridículo. O mais engraçado é que a maioria das pessoas que falam assim conhecem essas e mais meia dúzia de palavras em inglês (pelo menos que sabem o significado).

  26. Antonio Junior says:

    Gostei da sua matéria, mas acho isso uma aberração com a nossa língua portuguêsa. Eu simplesmente odeio quando falam a palavra americanizada “Bullying”, temos vários termos pra serem usados (como acossamento, ameaça, assédio moral, além dos mais informais judiar e implicar intimidação, bulir como equivalente a mexer com, tocar, causar incômodo ou apoquentar, produzir apreensão em, fazer caçoada, zombar e falar sobre, entre outros ao invés de usarmos essa palavra) eu acho que brasileiro tem que falar Português Brasileiro. Peço desculpas pelos erros gramaticaism mas é a minha opinião.

  27. Will says:

    Olha, se é ruim ou bom eu não sei, só sei que tudo que eu vou fazer, seja no trabalho ou na internet até na tv, tem e todo mundo usa o estrangerismo, pra conceguir um emprego é preciso saber outro idioma, acho que já faz parte de nossa língua só falta ser ensinado de forma correta para ser executada no dia a dia ja que temos tantas palavras que usamos e muitas vezes muitas pessoas nem sabem o que estão falando ou a tradução do que diz, outro exemplo é de eletrodomesticos, quando compramos uma tv por exemplo, esta no painel: “ON/OFF”, “STAND BY”, “TV/VIDEO”, “MENU”,”VOL”, “CH”, “MAGIC EYE”, “CINEMASTER”, ou um aparelho de som: “DISC 1, DISC 2, DISC 3″,”DISC SKIP EX CHANGE”, “OPEN/CLOSE”, “DISPLAY”, “SPECTRUM”, “EDIT”, “REPEAT”, “PLAY MODE”, “TUNER, TUNER MEMORY”, e por ai vai e o manual é todo em “INGLÊS”, não é todos que vem com vários idiomas, ou seja somos obrigados a saber outro idioma de um jeito ou de outro, não sou contra os idiomas, pelo contrário, quanto mais melhor, mas onde fica o “PORTUGUÊS”???….

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